Wall Street (1987) de Oliver Stone
este é um filme sobre a grande desregulação de Ronald Reagan, o tempo em que Wall Street entrou em roda livre pela mão da alta finança. é hoje uma obra de culto. é muito bom. Gordon Gekko (Michael Douglas) é um oportunista ambicioso, cínico e implacável no seu desvario de fazer dinheiro. trai toda a gente, a começar pelos que lhe estão mais próximos. a personagem, baseada numa investigação exaustiva levada a cabo na Bolsa de Nova Iorque pelo próprio Oliver Stone e pelo seu argumentista Stanley Weiser, é construída a partir da observação dos comportamentos de pessoas reais. talvez por isso, e por expor os mecanismos ocultos de Wall Street, o filme tenha sido recebido com reservas. todavia, não só não envelheceu com o tempo, como foi premonitório. contemporâneo de crash de 1987, antecipou a crise do subprime de 2008. é de Gordon Gekko esta tirada dirigida a Bud Fox (Charlie Sheen), o aprendiz renitente que se lhe juntou: "The richest one percent of this country owns half our country's wealth, five trillion dollars. One third of that comes from hard work, two thirds comes from inheritance, interest on interest accumulating to widows and idiot sons and what I do, stock and real estate speculation. It's bullshit. You got ninety percent of the American public out there with little or no net worth. I create nothing. I own. We make the rules, pal. The news, war, peace, famine, upheaval, the price per paper clip. We pick that rabbit out of the hat while everybody sits out there wondering how the hell we did it. Now you're not naive enough to think we're living in a democracy, are you buddy? It's the free market. And you're a part of it. You've got that killer instinct. Stick around pal, I've still got a lot to teach you." ao contrário do que poderia supor-se, a personagem de Gordon Gekko tornou-se um ícone para gerações de negociantes, banqueiros e investidores. o seu aforismo mais conhecido "greed is good" é hoje a divisa do presidente dos Estados Unidos da Amária, Donald J. Trump.
este é um filme sobre a grande desregulação de Ronald Reagan, o tempo em que Wall Street entrou em roda livre pela mão da alta finança. é hoje uma obra de culto. é muito bom. Gordon Gekko (Michael Douglas) é um oportunista ambicioso, cínico e implacável no seu desvario de fazer dinheiro. trai toda a gente, a começar pelos que lhe estão mais próximos. a personagem, baseada numa investigação exaustiva levada a cabo na Bolsa de Nova Iorque pelo próprio Oliver Stone e pelo seu argumentista Stanley Weiser, é construída a partir da observação dos comportamentos de pessoas reais. talvez por isso, e por expor os mecanismos ocultos de Wall Street, o filme tenha sido recebido com reservas. todavia, não só não envelheceu com o tempo, como foi premonitório. contemporâneo de crash de 1987, antecipou a crise do subprime de 2008. é de Gordon Gekko esta tirada dirigida a Bud Fox (Charlie Sheen), o aprendiz renitente que se lhe juntou: "The richest one percent of this country owns half our country's wealth, five trillion dollars. One third of that comes from hard work, two thirds comes from inheritance, interest on interest accumulating to widows and idiot sons and what I do, stock and real estate speculation. It's bullshit. You got ninety percent of the American public out there with little or no net worth. I create nothing. I own. We make the rules, pal. The news, war, peace, famine, upheaval, the price per paper clip. We pick that rabbit out of the hat while everybody sits out there wondering how the hell we did it. Now you're not naive enough to think we're living in a democracy, are you buddy? It's the free market. And you're a part of it. You've got that killer instinct. Stick around pal, I've still got a lot to teach you." ao contrário do que poderia supor-se, a personagem de Gordon Gekko tornou-se um ícone para gerações de negociantes, banqueiros e investidores. o seu aforismo mais conhecido "greed is good" é hoje a divisa do presidente dos Estados Unidos da Amária, Donald J. Trump.